deixar o outro inseguro é uma maneira de prendê-lo a nós – e este “a nós” inspira um providencial duplo sentido. mesmo que ele tente se libertar, estará amarrado aos pontos de interrogação que colecionou. somos sádicos e avaros ao economizar nossos “eu te perdoo”, “eu te compreendo”, “eu te aceito como és” e o nosso mais profundo “eu te amo” – não o “eu te amo” dito às pressas no final de uma ligação telefônica, por força do hábito, e sim o “eu te amo” que significa: “seja feliz da maneira que você escolher, meu sentimento permanecerá o mesmo”.
- Martha Medeiros
Este é o grande ponto, hoje mesmo sofrendo te deixo ir meu amor, vou deixar meu egoísmo de lado. Vai e seja feliz!
Mesmo que essa felicidade não inclua a mim.
IH EU?
Não promete te esperar para sempre, mas lembrar-te sempre.
